O ano era uma frequência que o tempo tentou apagar. Houve uma época em que o mundo não era filtrado por telas, mas medido pela lixa do skate e pelo sal na pele. Era o auge de uma era onde o surfwear não era apenas roupa, era um manifesto. Uma época de cabelos espetados com gel, fones de ouvido explodindo punk rock e a sensação de que o asfalto e a maré eram os únicos lugares onde a gente realmente mandava em alguma coisa.

Ser rebelde era a regra. Andar de skate era o auge. E quem surfava? Esses eram os deuses locais, admirados pelo olhar e respeitados pelo rastro na água.

A WaveStride nasceu ali. No meio do caos, das garagens barulhentas e das trips sem destino. Mas, em algum ponto da cronologia, a essência se perdeu no vácuo. O estilo virou uniforme, a música virou algoritmo e a verdade ficou enterrada sob camadas de um futuro que esqueceu como é sentir o vento no rosto sem se preocupar com a próxima notificação.

Mas o tempo é cíclico. E nós achamos o caminho de volta.

A WaveStride não está sendo "lançada"; ela está sendo resgatada. Nós atravessamos o tempo para trazer de volta aquela estética roots, o peso da história e a união da nossa crew. Estamos reabrindo a casa, limpando a poeira das pranchas e aumentando o volume.

Não é sobre nostalgia. É sobre recuperar a nossa identidade. É sobre o retorno de quem nunca deveria ter saído de cena.

A WaveStride voltou para casa. E você é o nosso convidado de honra para esse reencontro.

A gente veio daquela época rebelde e autêntica, onde a maior responsabilidade era decidir o próximo rolê de skate ou se o mar estaria flat no dia seguinte. Criamos um ponto de encontro para quem sente saudade de quando a vida era mais real e menos digital. 

Não estamos aqui para vender uma imagem perfeita. A gente construiu um lar de porta aberta e café pronto. 

Toda casa de praia tem aquela galera que cuida do fogo, separa as pranchas e garante que o som não pare. Conheça os seis amigos que decidiram tirar esse sonho do papel!

André Fernandes "Déco"

Ó, eu sou o Déco. Tenho 26 e, cara, eu sou aquele tipo que não troca o pé na estrada por nada nesse mundo. Para mim, a WaveStride é tipo um portal, sabe? Um resgate daquela energia que a gente sentia que tava sumindo.

Lembra como era? A gente tinha o quarto cheio de recorte de revista de surf, a guitarra encostada no canto e a vida se resumia a um óculos escuro e o Walkman estralando de Punk Rock a Detonautas. E ainda tinha aquele clássico: o seu melhor amigo, que sua mãe não suportava, gritando no portão pra te chamar pra pegar onda ou só dar um rolê sem destino. A amizade era olho no olho, o estilo era único, não tinha essa de filtro. Eu entrei nessa porque cansei de ver tudo ficando igual; tô aqui pra trazer essa verdade de volta e garantir que a nossa essência não se perca no tempo.

Mateus Santos "Teo"

Opa, fala aí! Cara, eu sou o Teo. No crachá tá Mateus, mas aqui na WaveStride eu sou só o cara que tenta organizar a bagunça das nossas trips. Já tô nos 32, né? Cresci pilhando os discos de vinil do meu pai, ouvindo de Raimundos a Legião no talo. Meu esquema é simples: se a prancha tá ok e o tanque do carro tá cheio pro fim de semana, eu tô feliz.

Entrei nessa porque, sendo sincero, cansei de ver o surf virar só foto bonitinha pra feed de Instagram. A gente queria o raiz, sabe? Aquele sal que não sai do cabelo, a parceria que não depende de Wi-Fi. Se você me procurar no sábado ou domingo, ou eu tô dentro d'água ou tô pilotando a churrasqueira pra essa galera. Aqui a gente vive o que a gente vende, sem frescura.

Euda Meneses "Meneses"

Pode me chamar de Meneses, como a galera aqui faz... Olha, o que eu aprendi nesses 26 anos é que o mar não tá nem aí pra quem você é; ele só reconhece quem tem alma. Eu era do skate, mas me mudei pro litoral e o swell me pegou de jeito. Me apaixonei total.

Hoje, minha pira é a fotografia analógica. Amo registrar aquele momento exato depois da sessão, sabe? Todo mundo rindo na areia, cabelo bagunçado, sal na pele... Sem filtro nenhum. Eu cuido da parte estética da WaveStride e, sendo sincera, tudo o que você vê por aqui é um reflexo do que eu via pelas lentes da minha irmã lá nos anos 2000. Entrei pro time pra garantir que a gente nunca perca esse olhar de verdade, de quem vive a cena e não só assiste.

Mizael Ferreira "Zael"

E aí, beleza? Cara, eu sou o Zael. Pois é, aos 27 eu ainda sou aquele cara que não abre mão de ter um shape de skate encostado na sala de casa... A galera aqui vive me zoando que a lixa vai acabar com o piso, mas faz parte do cenário, né? Meu som é aquela mistura doida de rock clássico com o trap que tá rolando agora, gosto dessa energia.

Como eu vim parar na WaveStride? Na real, eu não queria largar a rebeldia daquela nossa época. A gente queria criar roupas que tivessem história de verdade, sabe? Não é só tacar uma estampa numa camiseta e pronto. Minha função aqui é basicamente transformar aquelas conversas de varanda, que rolam quando o mar tá flat e ninguém tá fazendo nada, em coleção. Tô sempre com a cabeça cheia de planos pra próxima trip e tentando colocar essa vibe em tudo que a gente faz.

Felipe Guimaraes "Guima"

Opa, fala aí! Cara, eu sou o Guima. Tenho 27 e, pra ser sincero, a WaveStride virou meu ponto de equilíbrio total. Sabe aquela fase de faculdade, aquela correria? Eu fugia disso tudo indo pro quintal da casa de praia dos meus pais. O que era pra ser só um descanso acabou virando meu estilo de vida, não teve jeito.

Amo ficar no meu canto tocando um som no fim de tarde, e aqui na marca eu tento passar um pouco dessa calma pros bastidores. Cuido de tudo por trás das câmeras e também do nosso blog de notícias. Entrei nessa porque a gente precisava de um lugar pra contar as nossas histórias, e eu sou o cara que adora registrar o que essa galera apronta. É isso, a WaveStride é nossa casa e eu tô aqui pra garantir que a resenha nunca pare.

Pedro Henrique "Ric"

Bom, sou o Ric, o caçula da galera. Enquanto o pessoal aí tá no mar ou trocando ideia de design, eu tô aqui escondido no meu canto cuidando das planilhas. Eu sou aquele tipo que prefere mil vezes ficar no videogame ou com os amigos do que aparecer em qualquer foto — sério, Meneses vive tentando me arrastar pro meio da resenha pra tirar foto, mas eu corro, é muita exposição pra mim, não levo jeito nenhum! Kkkkk

Como eu vim parar aqui? Entrei pra dar uma força no financeiro, meio que pra organizar a bagunça desse bando de maluco, e quando vi, não saí mais. Eu não entendo nada de prancha, não surfo, não ando de skate, mas entendi rápido que esses caras são minha família. Eles me puxam, me zoam, me fazem sair da toca e eu fico ali nos bastidores, garantindo que o dinheiro apareça pra eles continuarem vivendo esse sonho. É uma parceria estranha, mas funciona, né?