A gente veio daquela época rebelde e autêntica, onde a maior responsabilidade era decidir o próximo rolê de skate ou se o mar estaria flat no dia seguinte.
Nossa missão é resgatar o brilho no olho de quem viveu a melhor era do surfwear. Aquela sensação de amontoar a galera no carro, viajar pra praia e esquecer do mundo entre churrascos, pé sujo de areia e roupas secando no varal.
Criamos um ponto de encontro para quem sente saudade de quando a vida era mais real e menos digital.
Não estamos aqui para vender uma imagem perfeita, estamos te convidando para voltar para casa. A gente construiu um lar de porta aberta e café pronto.
Toda casa de praia tem aquela galera que cuida do fogo, separa as pranchas e garante que o som não pare. Conheça os seis amigos que decidiram tirar esse sonho do papel!
Aos 26, sou o cara que não troca a estrada por nada e vive pra estar perto da família e dos amigos. Pra mim, a WaveStride é o resgate daquela energia real que a gente sentia falta. Sabe aquela época em que seu quarto tinha um mural de revistas de surf e skate, a guitarra ficava no canto e a vida era óculos escuros, walkman tocando de Punk Rock a Detonautas? E ainda tinha o fator do seu melhor amigo, que sua mãe detestava, ficar gritando no portão pra ir pegar onda ou dar rolê. A amizade era mais real e o estilo era único. Estou aqui pra trazer essa vibe de volta!
André Fernandes "Déco"
Sou o 'Teo'. Mateus Santos pra quem me conhece do trampo, mas pra família WaveStride, sou só o cara que cuida da logística das trips. Tenho 32 anos e cresci com a coleção de discos do meu pai – de Raimundos a Legião. Meu hobby? Ajustar a prancha e garantir que o carro esteja cheio pro fim de semana. Entrei pra WaveStride porque cansei de ver o surf virar só feed de Instagram; a gente queria o raiz, o sal no cabelo e a parceria de sempre. Se me procurar no final de semana, estarei no mar ou preparando o churrasco da galera.
Mateus Santos "Teo"
Pode me chamar de "Meneses", e se tem uma coisa que aprendi nesses 26 anos é que o mar não escolhe quem entra, ele reconhece quem tem alma. Cresci andando de skate, mas tive que me mudar para uma cidade litorânea, onde conheci o swell de pertinho. Me apaixonei pelo esporte. Amo fotografia analógica e capturar aquele momento pós-surf, quando todo mundo está rindo na areia com o cabelo despenteado. Sou a responsável pelo lado estético da marca; tudo o que a WaveStride mostra é um pouco do que eu via através das lentes da minha irmã nos anos 2000.
Euda Meneses "Meneses"
Eu sou o 'Zael'. Aos 27, ainda sou aquele cara que insiste em ter um shape de skate encostado na sala de casa, mesmo quando a galera brinca que a lixa estraga o piso. Meu gosto musical é um misto de rock clássico com trap. Entrei pra WaveStride porque eu não queria largar a rebeldia daquela época – a gente queria criar peças que tivessem história, não só estampa. Sou aquele que traz a ideia das coleções nascendo de conversas de varanda, depois de um dia de mar flat, mas sempre com a cabeça cheia de planos para a próxima trip.
Mizael Ferreira "Zael"
Sou o Guima, 27 anos, e pra mim a WaveStride é o meu ponto de equilíbrio. Entre uma faculdade e outra, eu passava o tempo todo no quintal da casa de praia dos meus pais, o que acabou virando meu estilo de vida. Amo tocar meu violão no fim de tarde e, na marca, cuido dos bastidores e do blog de notícias.
Felipe Guimaraes "Guima"
Bom, sou o Ric, o caçula da galera. Enquanto o pessoal aí tá no mar ou trocando ideia de design, eu tô aqui escondido no meu canto cuidando das planilhas. Eu sou aquele tipo que prefere mil vezes ficar no videogame ou com os amigos do que aparecer em qualquer foto — sério, Meneses vive tentando me arrastar pro meio da resenha pra tirar foto, mas eu corro, é muita exposição pra mim, não levo jeito nenhum!
Como eu vim parar aqui? Entrei pra dar uma força no financeiro, meio que pra organizar a bagunça desse bando de maluco, e quando vi, não saí mais. Eu não entendo nada de prancha, não surfo, não ando de skate, mas entendi rápido que esses caras são minha família. Eles me puxam, me zoam, me fazem sair da toca e eu fico ali nos bastidores, garantindo que o dinheiro apareça pra eles continuarem vivendo esse sonho. É uma parceria estranha, mas funciona, né?
Pedro Henrique "Ric"